Danilo Crespo

 

  Me chamo Crespo, mas as pessoas me chamam gritando. Acho bonito coisa estrangeira tipo J.K. Rowling, J.F. Kennedy e J.D. Salinger, por isso pus um J. antes do meu D. e fui ser J.D. (até decidir lançar meu livro e voltar ao nome original). Tenho vinte anos (n. 1991) e nasci em oito de dezembro, seis de fevereiro ou dezessete de janeiro. Enfim, sou tão confuso que peguei gosto por confundir.
  Uma biografia deve ter o meu histórico: sou de Niterói, estudei em diversos colégios (sete) porque eu canso das coisas e gosto de mudar o tempo todo; depois entrei na faculdade de Ciências Sociais em que fiquei pouco tempo: faltava arte na minha vida. Agora, quero ser escritor e faço faculdade de Letras na UFF. Aprendi inglês jogando videogame (mas depois fiz curso pra melhorar), aprendi espanhol no curso (mas depois usei como desculpa para ouvir salsa, pra melhorar) et ma français est très bizarre. Mas prefiro falar dos detalhes, por exemplo: adoro cheiro de ar condicionado.
  Minha cor predileta é a letra de Águas de Março, que eu sei de cor. Ouço também outras coisas como Debussy, Claudinho & Buchecha e Rolling Stones – mas não sou eclético. Fui marcado por um filme chamado Gattaca, mas os filmes da Emanuelle deixaram muito mais marcas à minha volta. Não aplaudo depois do Hino Nacional.
  Uma certa peça mudou a minha vida. Foi uma que meu primo me pregou e eu machuquei minha cabeça (daí a confusão?). O piano me toca, mas ainda não somos muito íntimos – ficamos só nas brincadeiras com dedos. Jogo futebol, minha mãe fica aterrorizada quando isso acontece. Assisto a bastante tv, mas desligo logo se perceber que ela está assistindo a mim também. Tenho inúmeras paixões, mas nenhuma delas me leva à sério.
  Entendido de bebida, sei que jazz vem com Whisky e que tédio vai com steinhager (ou margaritas, dependendo da ocasião). Meu esporte preferido envolve a corrida dos meus olhos em busca de verdadeiros esportes. Sou um viciado e do pior tipo… Cigarro faz mal, mas eu não fumo; A bebida é só socialmente, não me causa transtornos (irreversíveis, ao menos); O problema real são as pizzas e nem existe um pizzólatras anônimos, então nunca me curo. Dizem que sou criativo, mas destruo muito mais. Estou cheio de defeitos também, no entanto vim sem garantia de fábrica (maldita companhia de cegonhas tacanhas). Sonho viver da escrita, sonho demais.
  Adoro parágrafos.
  Deixo as coisas pela. Gosto de piadas engraçada – elas obviamente não gostam de mim. A mulher perfeita é a Thalia (sem dúvidas). Acredito no casamento, não em lua de mel: ninguém me engana, a lua é de queijo. Uma vez me pediram uma frase e eu disse que minha frase favorita era uma do Eddie Vedder e acabei não dizendo a frase, porque aí seriam duas frases. Corro atrás dos meus sonhos, mas, de qualquer jeito, não poderia parar, porque tem muita gente correndo atrás de mim. É mais ou menos isso.
  Ou, como diria o genial Cléber Machado, não.

 

  

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3 comments

  1. danilo · Dezembro 5, 2011

    cara como pode vc tem o msm nome que eu sera que somos parentes ?? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Danilo Crespo · Dezembro 6, 2011

      Que isso, nome comum, no meu bairro aqui em Niterói trabalha mais um Danilo Crespo…

  2. Ziggy · Agosto 17, 2013

    moço, que figura. dei risada lendo teu perfil. ahahaha!

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