Lembrança de Nanquim

 
As estrelas atropelam nosso tempo
Numa supernova de vento
Na sincronia perfeita do seu refúgio
Eu cresço, eu finjo, eu fujo
Numa daquelas luzes voando
Nascemos um, mas morremos bando

É bom pensar antes
Que desaparecer amantes
Eu me senti melhor que morto
Quando estávamos no aeroporto
Sinta as pessoas, olhe o céu
Destrua-nos no bolero de Ravel

Nas asas de um pensamento
Brilha perdida aqui dentro
Uma lembrança de nanquim
(Você não deve estar entendendo nada)
Melhor assim.
 

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2 comments

  1. Bella · Outubro 30, 2010

    Adorei! Me preencheu…

  2. lucemferodei · Novembro 2, 2010

    Embora não depreendendo um discurso descartiano dos teus versos, entendo o turbilhão de idÉias, recordações e sentimentos em metáforas que nem sempre nós nos lembramos do referencial. Me entende? Não? Melhor assim.

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